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10 Boas práticas em torno da inclusão de pessoas com deficiência em escritórios de advocacia

"O Grupo de Trabalho Di Capability celebra o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência"
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Dia Internacional das Pessoas com Deficiência

El Grupo de Trabalho de Di-Capability quer aproveitar a celebração de Dia Internacional das Pessoas com Deficiência para compartilhar este pequeno guia com 10 recomendações sobre a inclusão de pessoas com deficiência em escritórios de advocacia.

Boas práticas

1. Boa prática: o plano familiar

O compromisso que os Escritórios de Advocacia devem assumir no que se refere à inserção laboral e à geração de empregos para as pessoas com deficiência não deve estar voltado apenas para seus colaboradores, mas também para seus familiares com necessidades especiais.

O Plano Família é uma ferramenta que nos permite desenvolver competências, aptidões e atitudes que permitem aos nossos familiares com deficiência trabalhar no local de trabalho, não só nos nossos escritórios mas também em qualquer tipo de empresa. Além do desenvolvimento de capacidades, promove um ambiente sensível e inclusivo no qual a deficiência se normaliza e, por outro lado, facilita a reconciliação dessas famílias com pessoas com deficiência em seu ambiente que requerem uma alta dependência de atenção e tempo .

Oscar Parreno, Gerente de Administração de Pessoal da Uría Menéndez 

2. Boa prática: ações 360º

Para promover um ambiente que facilite a inclusão das pessoas com deficiência, é aconselhável construir um quadro 360º de ações, a partir de uma abordagem estratégica, enfocar todos os processos de incorporação em parceria com as universidades, promover a formação específica, favorecer um ambiente acessível tanto no escritórios e em todas as ferramentas digitais, acompanhar a incorporação levando em consideração possíveis necessidades de adequação do cargo ou funções, e ao mesmo tempo ser capaz de promover ações sociais como o voluntariado empresarial que ajuda a conscientizar sobre os desafios associados à inclusão laboral de pessoas com deficiência.

Michele Menghini, Chefe de CSR na Fundação PwC

3. Boa prática: Compromisso da Gestão

Assuma compromissos concretos e definidos pela administração para realizar ações de inclusão. Determine os objetivos de incorporação para esses perfis em número e em termos de tempo. Envolver toda a organização, desde os Recursos Humanos ao negócio, tornando-se um projeto estratégico. Envolver os parceiros especificamente no projeto de inclusão, identificando perfis que favoreçam essas medidas.

Fernando Bazan, Sócio da Área de Trabalho da Deloitte Legal, Co-Diretor do Grupo de Trabalho da Di Capability

4. Boa prática: um capítulo essencial no programa de treinamento para advogados

Conhecer em profundidade a realidade das pessoas com deficiência requer uma formação específica. Incorporar esta matéria nos processos de formação dos advogados de um escritório contribuirá de forma decisiva para a incorporação e integração daqueles nas diferentes organizações. Seu sucesso requer uma decisão compartilhada por toda a organização. O conhecimento das especialidades que caracterizam as pessoas com deficiência, os valores com que contribuem e como cada advogado pode contribuir para isso devem estar integrados de forma natural no processo de formação profissional. É preciso mais do que força de vontade para atingir esse objetivo.

Cristina Jiménez SavuridoPresidente de Fide

5. Boa prática: Conscientização e Visibilidade

Os escritórios de advocacia trabalham há muitos anos na inclusão de pessoas com deficiência. No entanto, creio que podemos melhorar internamente dando visibilidade às iniciativas que realizamos, bem como envolvendo os nossos profissionais em novas atividades, tanto lançadas pela Empresa como por eles propostas. Acho que a conscientização e a visibilidade são as alavancas sobre as quais devemos continuar trabalhando nos escritórios de advocacia.

Eve Slim, Chefe de RH em Pérez-Llorca 

6. Boa prática: Conscientização 

Acreditamos que para uma correta inclusão das pessoas com deficiência nos escritórios, é necessário um trabalho de sensibilização a todos os níveis. Não se trata apenas de sensibilizar para a deficiência no RH ou nos responsáveis ​​pela tomada de decisões, mas é necessário realizar este exercício de sensibilização / formação com todas as pessoas que fazem parte da empresa. Desta forma, será mais fácil conseguir uma integração total em nossas organizações. 

Laura de la Rosa Valverde, Chefe de Recursos Humanos, Serviços Centrais de Auren. 

7. Boa prática: Promover a educação para a deficiência nas nossas equipas e dar visibilidade ao nosso escritório nos Institutos e Universidades 

Educação e conscientização são peças fundamentais para o bom desenvolvimento e gestão das pessoas. Propomos a organização de workshops, voluntariado imersivo de campo e campanhas de conscientização com palestrantes e pessoas com deficiência. Da mesma forma, consideramos fundamental que sejamos nós que fazemos a ponte entre a Firma, os Institutos e as Universidades. 

Teresa Reja y Lidia Núñez Lopez, Chance de Clifford. 

8. Boa prática: um projeto que valoriza a todos igualmente

A empresa que atrairá os talentos mais diversos será aquela que criará mais solidamente uma atmosfera de comunidade para todos. Não se trata apenas de fornecer recursos para pessoas com deficiência ou que cuidam de pessoas com deficiência (que também), mas de garantir que todos os funcionários, quaisquer que sejam suas condições pessoais, saibam que são uma parte essencial de um projeto obviamente empresarial, mas também profundamente comprometido com as pessoas. 

Amelia Fontán García-Ormaechea, Advogado Especialista Sênior, Ashurst.

9. Boa prática: colaboração público-privada 

Para se chegar a uma real inclusão, é necessário um maior entendimento das dificuldades, dúvidas e objeções que as pessoas com deficiência podem ter para desenvolver sua carreira profissional em escritórios de advocacia e criar programas específicos para eliminar barreiras. Para isso, é imprescindível uma maior colaboração e troca de informações com faculdades, universidades e fundações. E também com os diversos órgãos estaduais e regionais, com atenção especial aos programas que possibilitam a prática jurídica em escritórios de advocacia.

Margarita Fernández Izquierdo, Sócio do Departamento de Trabalho BakerMckenzie.

10. Boa prática: faça da diversidade uma cultura

A incorporação explícita do valor da diversidade em documentos importantes; aqueles que são lidos com frequência. 

Além disso, na procura de pessoas, contacte organizações que possam chegar a profissionais da área jurídica com algum grau de deficiência, e assim garantir que as ofertas não se restringem aos círculos habituais, onde por vezes as pessoas com deficiência não têm acesso. Em suma, trabalhar para fazer da diversidade uma cultura.

Ana Figueira, Diretor do Pro Bono na Fundação Fernando Pombo, Co-Diretor do Di Capability Working Group

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