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Fórum de Direito, Economia e Sociedade

Analisaremos no fórum os fatores econômicos e sociais que afetam a vida de empresas, instituições e pessoas. O objetivo é melhorar a compreensão de como as políticas públicas e as mudanças no arcabouço legal e institucional podem influenciar esses fatores.

Juan Delgado

Diretor.
Diretor, Grupo de Economia Global. Membro do Conselho Académico de FIDE.

Antonia Diaz

Diretor.
Doutor em Economia pela Universidade de Minnesota, professor titular da Universidade Carlos III de Madrid e credenciado como Professor Universitário. Assessor Acadêmico de Fide.

Publicações

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27 novembro 2019

Palestrante: Alvaro Lobato, Patrono Fundador, Fide

Moderador: Juan Delgado, Diretor do Grupo de Economia Global. Membro do Conselho Académico de Fide

Resumo:

O objetivo da sessão foi analisar a evolução do único sistema econômico existente hoje, uma vez que o capitalismo se impôs definitivamente como modelo exclusivo de organização econômica e social em todo o mundo. À luz das novas técnicas de recolha e análise estatística que permitem uma abordagem muito exacta dos fenómenos estudados, foram investigadas algumas características mais significativas das várias formas de capitalismo do século XXI, como as novas formas de distribuição de rendimentos entre trabalho e capital. , a concentração da riqueza e seu efeito na desigualdade global, a transmissão intergeracional da riqueza ou os vários padrões sociais de comportamento que afetam a vida familiar e pessoal. Da mesma forma, foram abordadas questões relacionadas aos novos desafios colocados pela globalização da economia e pelo estabelecimento de medidas de convergência como a renda básica universal, entre outras.

Janeiro 22 2020

Palestrante: Juan Gelabert, Professor de História Moderna, Universidade da Cantábria

Moderador: Álvaro Lobato, Patrono Fundador da Fide.

Resumo:

A primeira volta ao mundo costuma ser considerada um marco decisivo no processo de globalização dos espaços econômicos do planeta. No entanto, e se o assunto for visto com um pouco de atenção, a chegada a Sanlúcar de Barrameda de um carregamento de especiarias em setembro de 1522 não significou por si só uma alteração substantiva do que se havia feito anteriormente, visto que tais mercadorias continuavam a chegar lá. .um local que os recebeu durante décadas, nomeadamente, a cidade de Veneza. O simples aumento do volume de tráfego não deve justificar o tratamento favorável que continuamos a dar à viagem em questão. É em outros aspectos onde talvez o significado do evento deva ser centrado; É na confluência de fatores muito diversos (pessoais, científicos, organizacionais, jurídicos ...) que certamente reside seu caráter inovador e “moderno”.

A empresa exigia, com efeito, a participação de vários elementos. Para começar: se não fosse o empenho pessoal de Carlos I nele, é duvidoso que o assunto tivesse continuado. Em contraste, existe o desinteresse da França ou da Inglaterra até meados da segunda metade do século. Tampouco se compreende a velocidade relativa com que a viagem foi decidida sem a confluência de interesses econômicos muito diversos. Foram elas: a capital alemã e flamenga que acompanhou Carlos em sua viagem à Espanha. Adicione o desempenho do lobby de Burgos liderado pelo Arcebispo Fonseca, responsável pelos assuntos indígenas. A aprovação do projecto foi possível graças ao apoio científico dos mais qualificados cartógrafos e pilotos portugueses. Não houve dúvidas, então, sobre a viabilidade logística da viagem ou sobre a existência de espaços a serem ocupados. Em suma, foi uma operação multinacional (espanhola, portuguesa, flamenga, alemã, italiana ...) em que diferentes partes se juntaram num todo que não admite comparação com o anterior e, em grande medida, também com o que veio. Por fim, levantou um debate jurídico-político de considerável interesse sobre a soberania das terras e mares do planeta. Obrigou a repensar o acordo alcançado no Tratado Luso-Espanhol de Tordesilhas (1494), uma vez que a viagem foi levantada no pressuposto de que as Ilhas das Especiarias faziam parte da soberania castelhana. O avanço, e a visão da enormidade dos benefícios alcançados pelo Rei de Portugal com o comércio de especiarias, fez com que potências marítimas emergentes, como a Holanda e a Inglaterra, acordassem de seu sono para reclamar o seu pedaço de bolo que até então só a Espanha e Portugal saboreou. Com as duas índias nas mãos de Felipe II desde 1580, cabia perguntar quais direitos protegiam seu suposto monopólio comercial.

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